Pescado também é agro — e precisa ser tratado como tal
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Quem produz alimento não pode ser tratado como problema. E, no caso do pescado paulista, é quase sempre isso que acontece.
A cadeia do pescado gera emprego, movimenta cidades inteiras e coloca proteína acessível na mesa das famílias. Mesmo assim, é a que menos aparece nas políticas do estado. Não falta produção. Falta representação.
O que "tratar como agro" significa na prática
- Acesso às mesmas ferramentas: crédito, seguro, assistência técnica e extensão rural — que hoje chegam à lavoura e não chegam ao tanque.
- Assento nas decisões: representação formal nos colegiados estaduais de agricultura, abastecimento e meio ambiente.
- Reconhecimento legal: um marco estadual que trate pesca e aquicultura como atividade estratégica, com metas e orçamento previsto.
Interior e litoral, o mesmo abandono
São duas realidades muito diferentes. No interior, a piscicultura cresce e esbarra na burocracia. No litoral, comunidades vivem da pesca artesanal e industrial há gerações, enfrentando mar, custo de combustível e regras que mudam.
O que elas têm em comum é não terem quem fale por elas na Assembleia.
Valorizar o pescado é valorizar quem trabalha, gera emprego, movimenta a economia e coloca alimento de qualidade na mesa.
Dia 4 de outubro, digite 55007
Deputado estadual é o primeiro voto que a urna pede — e onde o seu voto pesa mais.